"Os Educadores-sonhadores jamais desistem de suas sementes,mesmo que não germinem no tempo certo...Mesmo que pareçam frágeisl frente às intempéries...Mesmo que não sejam viçosas e que não exalem o perfume que se espera delas.O espírito de um meste nunca se deixa abater pelas dificuldades. Ao contrário, esses educadores entendem experiências difíceis com desafios a serem vencidos. Aos velhos e jovens professores,aos mestres de todos os tempos que foram agraciados pelos céus por essa missão tão digna e feliz.Ser professor é um privilégio. Ser professor é semear em terreno sempre fértil e se encantar com acolheita. Ser professor é ser condutor de almas e de sonhos, é lapidar diamantes"(Gabriel Chalita)

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pílula "dos 5 dias seguintes" entra em discussão nos EUA

IARA BIDERMAN

A aprovação de uma nova "pílula do dia seguinte", eficaz por até cinco dias após a relação sexual, será discutida semana que vem por um grupo de conselheiros do FDA.
Chamada "Ella", a pílula já é aprovada e comercializada na Europa. Pesquisa publicada no periódico científico "Lancet" mostrou que o novo anticoncepcional de emergência é mais eficaz do que a pílula do dia seguinte mais antiga, à base de levonorgestrel, já aprovado em cerca de 140 países, incluindo o Brasil.
O princípio ativo da nova pílula é o acetato de ulipristal. Os opositores à sua aprovação dizem que a substância é quimicamente semelhante à uma droga que pode interromper a gravidez de até nove semanas, portanto considerada abortiva.
Os defensores da "pílula dos cinco dias seguintes" afirmam não haver evidência de que ela tenha ação abortiva. Na pesquisa com a droga, feita com quase 1.700 mulheres entre 16 e 36 anos, as participantes só tomaram a pílula em um período máximo de cinco dias após uma relação sexual desprotegida.
Entre as mulheres que usaram a nova pílula, apenas 1,8% engravidou; no grupo que tomou a pílula do dia seguinte mais antiga, à base de levonorgestrel, 2,6% engravidaram


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Anvisa suspende importação da pílula do dia seguinte Postinor


A Anvisa (Agêncial Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu na quarta-feira (15) a importação do contraceptivo Postinor, uma das pílulas do dia seguinte vendida no Brasil.

A Anvisa suspendeu a importação do contraceptivo Postinor, conhecido como "pílula do dia seguinte", fabricado na Hungria
Segundo a agência, a empresa Gedeon Richter, em Budapeste, na Hungria, responsável pela fabricação do Postinor-2 e do Postinor uno, não atende aos regulamentos sanitários para produção de medicamentos de acordo com as normas brasileiras.
Os dois remédios são contraceptivos de emergência, usados para evitar a gravidez após relação sexual sem proteção, ou quando há falha do método contraceptivo empregado.
Além da pílula do dia seguinte, o órgão também suspendeu a importação do anticoncepcional Femina, produzido pela mesma fábrica.



OUTRO LADO

Em nota, a Aché, responsável pela venda dos três medicamentos, esclareceu que nada muda para o consumidor: "Os anticoncepcionais Femina, Postinor-2 e Postinor uno continuam disponíveis no mercado para comercialização e prescrição médica. Os produtos continuam devidamente autorizados pela Anvisa, em todo território nacional, não havendo nenhum comprometimento em relação a sua segurança, eficácia e qualidade".
A companhia ainda informou que já tomou todas as medidas para regularização de novas importações e aguarda deliberação da Anvisa.



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sábado, 21 de novembro de 2009

Falhas de memória se acentuam na meia-idade; saiba como evitar



da Folha de S.Paulo

Um: as chaves de casa. Dois: o celular. Três: a agenda. Quatro: a senha do banco. Cinco: o problema. A senha mudou e por nada nesse mundo você consegue se lembrar da combinação de números e letras que deve digitar. Mas lembra-se perfeitamente bem de estar na meia-idade (mais de 40 e menos de 60 anos) e de já ter ouvido que as perdas cognitivas começam nessa fase da vida.
Isso é verdade e, mais importante, inexorável?
Veja o que ajuda e o que atrapalha a memória
Segundo Cathryn Jakobson Ramin, autora do livro "Esculpido na Areia" (352 págs, R$ 49,90, ed. Objetiva), lançado recentemente no Brasil, a perda da memória nessa fase da vida é um fato. Ao perceber que sua memória estava falhando bem mais do que o razoável para uma profissional ativa e que acabara de chegar à meia-idade, a jornalista norte-americana decidiu investigar o fato. Após saber que seus amigos também passavam pelo problema, testou métodos e tratamentos para desenvolver essa função cerebral. No livro, ela conta sobre a descoberta de que é possível preservar e até resgatar a memória perdida.
Para a fonoaudióloga Ana Alvarez, autora de "Deu um Branco" (144 págs., R$ 22,90, ed. Record), entre a quarta e a quinta década de vida a velocidade para prestar atenção, processar informações simultâneas e acessar lembranças diminui.
"Começamos a ter uma perda da capacidade dos órgãos de sentidos. É, por exemplo, o que ocorre com a audição, que "perde" informações, principalmente se há estímulos auditivos simultâneos. O deficit no recebimento das informações resulta em menor fixação na memória." Segundo ela, todo o processo começa junto: a menor velocidade do processamento sensorial e a necessidade de prestar mais atenção quando se está recebendo informações sonoras ou visuais demanda mais esforço para armazenar, fixar e evocar lembranças.
"As funções cognitivas perdem velocidade, o processo neural começa a não ser como antes. Mas isso pode ser revertido: é possível criar novas conexões neurais com exercícios específicos e medidas como garantir a qualidade do sono", afirma Alvarez, que trabalha com reabilitação cognitiva de pacientes em São Paulo.

"O cérebro é um órgão plástico. Se você o faz trabalhar, criam-se novas conexões neuronais. Isso aumenta a reserva cognitiva do indivíduo, incluindo a memória", diz Katia Osternack, neuropsicóloga e professora da Universidade Anhembi Morumbi. Osternack afirma que, a partir dos 40 anos, já é esperada uma perda sutil da memória, mas medidas de prevenção podem mudar esse curso.
Exercitando o intelecto
Exercícios cognitivos e físicos, aprender coisas novas, alimentação saudável e controle do estresse são atitudes preventivas que, segundo a neuropsicóloga, deveriam ser tomadas durante toda a vida.
Há cerca de um ano e meio, a arquiteta Cândida Tabet, 52, percebeu que, do mesmo modo que exercita o corpo, deveria exercitar o intelecto. "A ideia era prevenir. Quero ser dona de minha inteligência e, para isso, percebi que devia trabalhar a atenção e a memória."
Desde então, Cândida inclui em seu dia a dia várias atividades, que vão de jogos de computador a curso de línguas, além de prestar mais atenção ao sono e levar a academia a sério. "O efeito é extraordinário. Fiquei muito mais atenta e rápida para memorizar e lembrar."
Para o neurologista Martín Cammarota, um dos coordenadores do Centro de Memória da PUC-RS, os lapsos não ocorrem somente na maturidade, mas é nessa fase que costumam trazer mais consequências. "Isso está relacionado ao ritmo de vida agitado e ao número de coisas que uma pessoa dessa idade tem que fazer", afirma. "De modo geral, o esquecimento relativo a atividades rotineiras é resultado da falta de atenção, que está centrada em problemas considerados fundamentais."
O psiquiatra Cássio Bottino, do Instituto de Psiquiatria do HC de São Paulo, avalia que até os 60 anos as pessoas conseguem manter o desempenho da memória bem próximo do que era quando jovens. "Realizamos o projeto Clínica da Memória, aberto para pessoas a partir dos 18 anos. O que vimos é que, abaixo dos 60, a maioria que tinha queixas sobre a memória não tinha alterações. O que havia era muita ansiedade em relação ao desempenho."
Bottino acredita que, em geral, as dificuldades com memória antes dos 60 anos estão relacionadas a outras causas, como depressão ou transtornos de ansiedade, incluindo estresse.
Na opinião do neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo, a perda é "plenamente evitável", desde que a pessoa mude sua reação ao estresse e mantenha o cérebro em atividade.
Segundo ele, o estilo de vida atual favorece o surgimento de doenças neurodegenerativas. "O fator emocional é o mais importante. O estresse bloqueia a produção de novos neurônios e facilita a degeneração dos que a pessoa já possui", justifica.
Nas palavras de Cammarota, "desarranjos de ordem psíquica se cruzam com outro de memória. Se brigou com o namorado, por exemplo, a pessoa pode estar deprimida e não prestar atenção a coisas de que lembraria normalmente".

Ele também defende que, para a maioria das pessoas com menos de 65 anos, a perda de memória não está relacionada a uma doença degenerativa. "Se você não se lembra de quem é sua mãe, eu me preocuparia, mas esquecer a reunião é normal. Para isso, há as agendas."
Bottino lembra que outras doenças, como hipotireoidismo, podem causar problemas de memória. No caso, é preciso tratar a doença de base. Problemas no sistema circulatório, além de elevarem o risco de acidente vascular cerebral, também aumentam o risco de danos cognitivos no futuro.
A perda de memória associada ao envelhecimento do tecido nervoso ocorre a partir dos 65 anos. Com essa idade, 1% da população já apresenta demência e, a cada cinco anos, a porcentagem duplica, segundo Coimbra.
Em todos os casos, e em qualquer idade, os especialistas afirmam que o envelhecimento cerebral pode ser retardado, que é possível recuperar perdas da reserva funcional do cérebro, formar novas conexões e ter um desempenho melhor. "Cuidar do corpo como um todo, praticar atividades físicas e intelectuais estimulantes são passos fundamentais para isso", diz Bottino. Desses conselhos, é bom não se esquecer.


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domingo, 25 de outubro de 2009

Proteína freia avanço de esclerose lateral em ratos





da France Presse, em Washington



Uma enzima parecida com a utilizada para tratar de septicemias graves (infecções causadas por microrganismos) desacelerou o avanço do mal de Charcot (esclerose lateral amiotrófica, doença da qual sofre o famoso físico britânico Stephen Hawking) em ratos portadores.

Esta enzima, denominada proteína C ativada ou drotrecogina, permitiu diminuir o ritmo da morte das células nervosas em ratos nos quais havia sido inoculado o equivalente a uma forma particularmente agressiva do mal de Charcot --o que permitiu prolongar sua vida em aproximadamente 25%, afirmam os autores da pesquisa publicada no "Journal of Clinical Investigation".

Enzima desacelerou avanço do mal de Charcot (esclerose lateral amiotrófica) em ratos; físico Stephen Hawking é portador da doença

A drotrecogina também prolongou o tempo durante o qual estes animais se mostraram capazes de funcionar normalmente apesar do fato de demonstrarem sintomas desta doença incurável e fatal.

Esta substância também desacelerou o ritmo da perda de massa muscular, que afeta as pessoas com esclerose lateral amiotrófica.

Apesar de os pesquisadores afirmarem que devem ser realizados estudos adicionais antes de testar esta enzima em humanos que sofram desse mal, se declararam estimulados pelo fato de que uma substância muito parecida já é utilizada sem problemas no homem para tratar a septicemia.

Eles esperam poder realizar testes clínicos nos próximos cinco anos.


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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Antidepressivo ajuda a recuperar lesão de medula, mostra estudo



CLÁUDIA COLLUCCI

da Folha de S.Paulo



Um antidepressivo comum associado a um programa intensivo de treinamento em esteira pode ajudar pessoas com lesões parciais da medula espinhal a andar mais rapidamente e com mais desenvoltura, revela uma pesquisa inédita apresentada anteontem em congresso de neurociência que acontece em Chicago (EUA).

Os antidepressivos são usados para tratar dor crônica de lesionados na medula, mas é a primeira vez que um estudo com humanos mostra benefícios na recuperação motora.
Segundo os autores, o uso de um antidepressivo inibidor da recaptação de serotonina ajudou a fortalecer as conexões nervosas remanescentes da coluna, dando aos pacientes mais capacidade de controlar os músculos das pernas.

"A droga por si só não é milagrosa. Você precisa é da droga mais o treinamento", explica o médico George Hornby, professor do Instituto de Reabilitação de Chicago e um dos autores do estudo.

Segundo Hornby, foram testados os efeitos do antidepressivo em 50 pessoas que tinham capacidade parcial para mover-se, um ano após terem sofrido uma lesão da medula espinhal.

Durante oito semanas, os pacientes participaram de um treinamento em uma esteira motorizada, assistido por um robô ou por um fisioterapeuta. Eles tiveram o apoio de um suporte para não cair.

Cinco horas antes do treino, metade do grupo recebeu 10 mg de antidepressivo e a outra metade, placebo. Ambos os grupos melhoraram, mas aqueles que tomaram o remédio foram capazes de andar muito mais rápido, de acordo com Hornby.

Ele diz que a droga aumentou os espasmos musculares nos pacientes e que esses reflexos podem ser treinados. "Os pacientes que têm uma lesão da medula espinhal podem invocar esses reflexos para andar."
Os voluntários só tomaram o antidepressivo no dia do treinamento, mas os benefícios permaneceram mesmo depois que os efeitos da droga haviam passado, afirma o pesquisador.

Qualidade de vida
Segundo o médico Tarcisio Eloy Pessoa de Barros Filho, titular de ortopedia da USP e especialista em lesão medular, os resultados da pesquisa são "muito positivos", mas são necessários estudos maiores para que o tratamento seja incluído na prática clínica. "Está bem longe da cura, mas pode melhorar a qualidade de vida desses pacientes", diz ele.
Barros Filho explica que as pesquisas em animais já haviam demonstrado que o antidepressivo pode melhorar o tratamento de lesionados da medula porque facilitam a transmissão dos impulsos nervosos na coluna. "É uma peça a mais nesse gigantesco quebra-cabeça [que é a medula]."

De acordo com o neurologista Jaderson da Costa, coordenador do projeto e diretor do Instituto de Pesquisas Biomédicas da PUC-RS, o antidepressivo age aumentando a disponibilidade de serotonina em pacientes que ainda têm um substrato neural na medula (lesão parcial) e isso pode ajudar na recuperação motora.
Ele lembra que esse tipo de droga também pode melhorar a disponibilidade afetiva, o que faz com que os pacientes se engajem em um programa de treinamento com mais facilidade. "O cérebro ajuda o cérebro."

O médico Cícero Vaz, fisiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, avalia que mais estudos serão necessários para comprovar se o benefício apontado pelo estudo é neurofisiológico (pela ação da serotonina nos impulsos nervosos) ou emocional. "Esse tipo de paciente tende à depressão. Será que, ao melhorar, não há mais aderência ao tratamento?"


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terça-feira, 28 de julho de 2009

Corante azul de comida trata lesão medular




RICARDO BONALUME NETOda Folha de S.Paulo



Um corante que dá cor azul a alimentos e bebidas ajudou uma equipe de pesquisadores a proteger células nervosas em ratos que tiveram dano na medula espinhal. Injetado 15 minutos depois da lesão, o corante BBG fez ratos paraplégicos recuperarem parte do movimento nas patas após alguns dias.


Como o único efeito secundário foi causar uma sutil e temporária cor azulada no animal, e o BBG deriva de um corante seguro, sem efeitos tóxicos, é possível que em alguns anos surja uma aplicação clínica em pessoas com danos agudos na medula.

Único efeito colateral foi deixar os animais azuis; composto evita morte de células por superexcitação no momento do trauma

BBG é a sigla em inglês para "azul brilhante G", um composto semelhante ao usado em grandes quantidades na indústria de alimentação, por exemplo, em bebidas isotônicas.

A administração de BBG reduziu o dano secundário nos neurônios causado pela inflamação do local do trauma. A substância azulada agiu contra o chamado "receptor da morte", a molécula P2X7.

Essa molécula ocasiona a morte das células nervosas ao torná-las extremamente excitadas. Os neurônios passam a disparar correntes elétricas alucinadamente, até morrerem de estresse metabólico.

A causa dessa atividade é consequência do trauma original. Quando ele ocorre, a substância que armazena energia no organismo, o trifosfato de adenosina (conhecido pela sigla ATP), inunda a região danificada da medula espinhal, ligando-se ao receptor P2X7.

O ATP é vital para o organismo, mas, em excesso na medula, ele causa inflamação e morte dos neurônios, provocando às vezes mais danos que o trauma inicial. Não existe tratamento para esse dano secundário.O estudo foi liderado por Steven A. Goldman e Maiken Nedergaard, do Centro Médico da Universidade de Rochester, no Estado de Nova York.


Como foi possível a um corante de alimentos virar de repente uma droga regenerativa de neurônios?"Muitos dos antagonistas do receptor P2X7 são azuis, como o azul brilhante ou o azul reativo. Como a cor azul de comida tem toxicidade baixa, imaginamos que seria um bom jeito de começar. É improvável que a droga tenha efeitos colaterais, já que tem sido ingerida em grandes quantidades por muitos anos", disse Nedergaard.


Mas mesmo que algum dia o BBG ou um derivado sejam usados clinicamente em casos de danos na medula, a pesquisa mostrou que a droga só tem efeito em casos recentes, pois sua função é anular os efeitos da "inundação" de ATP, que ocorre nas primeiras seis horas depois do trauma.

Esse papel do ATP foi revelado em 2004 por pesquisadores do mesmo laboratório. Já havia sido possível bloquear os efeitos do ATP no local, mas o processo envolvia injeções diretamente na medula --algo nem sempre recomendável ou possível em um paciente. O composto usado também é tóxico se injetado no sangue.Já o corante azul da indústria de alimentos provou ser seguro --só os norte-americanos consomem por ano cerca de 500 toneladas do produto.

Os ratos tratados voltaram a andar, embora mancando. Já ratos de um grupo-controle que não receberam a droga não voltaram a se locomover.

Segundo Nedergaard e Goldman, mais testes em laboratório são necessários antes de começar a usar o BBG em testes clínicos em seres humanos. Se os resultados continuarem promissores, em alguns anos poderá ser padrão o tratamento com a droga de casos agudos de trauma na medula espinhal. O estudo foi publicado hoje no periódico "PNAS".

PENSAMENTOS